Tratamentos
Oncológicos, quimioterapia, radioterapia, hemodiálise e outros tratamentos contínuos.
Tratamento, cirurgia, internação, home care, exame ou medicamento: uma negativa nem sempre é a palavra final sobre o cuidado que o seu médico indicou.
Analisamos a documentação do seu caso e verificamos se a recusa pode ser questionada — inclusive com pedido de urgência, quando a situação permitir.
Prezado(a) beneficiário(a),
Informamos que a solicitação de internação foi analisada e não foi autorizada, por ausência de cobertura contratual.
Permanecemos à disposição para esclarecimentos.
Dependendo das circunstâncias, esta negativa pode ser questionada.
Seja no plano de saúde, seja no SUS, recusas acontecem em vários momentos do cuidado. Estas são as situações que mais chegam até nós.
Oncológicos, quimioterapia, radioterapia, hemodiálise e outros tratamentos contínuos.
Procedimentos indicados pelo médico, inclusive com técnica ou material específico.
Internação hospitalar, UTI, prorrogação de diárias ou transferência negadas.
Internação domiciliar, enfermagem e equipe multiprofissional em casa.
Medicamentos de alto custo, de uso domiciliar, imunobiológicos e off-label.
Exames de imagem, genéticos e diagnósticos considerados fora do rol.
Terapias multidisciplinares — como as indicadas para TEA —, fisioterapia e fonoaudiologia.
Órteses, próteses e materiais cirúrgicos (OPME) recusados ou substituídos.
Não encontrou a sua situação? Ela também pode ser analisada.
Verificar minha situaçãoEstas justificativas aparecem com frequência. Nem sempre elas se sustentam diante da lei, do contrato e do entendimento dos tribunais — e é isso que a análise do caso verifica.
O procedimento não consta no rol da ANS.Plano
O contrato não prevê cobertura para este tratamento.Plano
O beneficiário ainda está em período de carência.Plano
Trata-se de doença ou lesão preexistente.Plano
O uso indicado é experimental ou off-label.Plano
Home care não tem cobertura contratual.Plano
Não há previsão de vaga no momento.SUS
O item não é fornecido pela rede pública.SUS
Nem toda negativa é ilegal. Algumas têm fundamento legal ou contratual. Por isso cada caso é analisado com base nos documentos, antes de qualquer medida.
A análise jurídica muda conforme a origem da recusa. Escolha a sua situação e comece por ela.
Saúde suplementar
Rede pública de saúde
Muitas pessoas desistem na primeira recusa — ou pagam do próprio bolso — sem saber que a situação pode ser avaliada juridicamente.
Um caminho claro, em quatro etapas. Você acompanha cada uma delas.
Começar agoraResponde algumas perguntas rápidas e explica a situação, em poucos minutos.
Verificamos a negativa, o pedido médico, o contrato e os demais documentos relevantes.
Orientamos sobre as medidas jurídicas cabíveis — e se há fundamento para um pedido urgente.
Se houver contratação, o escritório conduz as medidas necessárias, de forma online.
Você não precisa ter tudo em mãos para começar. Envie o que já possui — orientamos sobre o restante.
A documentação necessária pode variar conforme o caso. Enviar meu casoAtuamos na análise e condução de demandas relacionadas a negativas de cobertura de planos de saúde e do SUS, sempre considerando as particularidades de cada caso. O atendimento é feito de forma online, para pessoas de todo o Brasil.
Por trás de cada negativa existe uma pessoa que precisa continuar o tratamento. É assim que olhamos para cada caso.
Responda algumas perguntas rápidas para que possamos compreender a sua situação. Em casos com urgência, quanto antes a documentação for analisada, antes você saberá quais caminhos existem.
Obrigado. Seus dados foram enviados. Nossa equipe entrará em contato para compreender melhor a situação.
Continuar pelo WhatsAppAntes de adiar o tratamento ou pagar do próprio bolso, entenda quais possibilidades existem para o seu caso.
A análise jurídica depende das circunstâncias e dos documentos apresentados.Se a sua dúvida não estiver aqui, fale diretamente com a equipe.
Enviar minha dúvidaNem sempre essa justificativa é suficiente. A Lei nº 14.454/2022 passou a prever hipóteses em que tratamentos fora do rol da ANS devem ser cobertos, desde que atendidos requisitos técnicos — critérios que também foram detalhados pelo Supremo Tribunal Federal. A análise considera a indicação médica, as evidências do tratamento e o contrato.
Depende do caso. O Superior Tribunal de Justiça tem entendimento de que a recusa pode ser considerada abusiva quando a internação domiciliar é indicada pelo médico em substituição à internação hospitalar. Por isso, o relatório médico detalhando a necessidade é um documento central.
A Lei dos Planos de Saúde (Lei nº 9.656/1998) fixa prazo máximo de carência de 24 horas para casos de urgência e emergência. Situações em que a recusa é feita com base em carência nesses casos merecem análise cuidadosa da documentação.
A Constituição reconhece a saúde como direito de todos e dever do Estado. Quando a demora ou a falta de fornecimento compromete o tratamento indicado, pode ser possível buscar judicialmente a realização do procedimento ou o fornecimento do item, conforme os requisitos definidos pelos tribunais. Cada caso precisa ser avaliado individualmente.
A negativa por escrito facilita a análise, e as regras da ANS permitem ao beneficiário solicitar ao plano a justificativa por escrito. Se você não tem esse documento, protocolos de atendimento, e-mails e mensagens também podem ajudar a comprovar a recusa.
Em determinadas situações, a lei permite pedir uma decisão liminar (tutela de urgência) antes do fim do processo, quando há elementos que indiquem a probabilidade do direito e risco de dano com a demora. A concessão depende da análise do juiz e dos documentos apresentados.
Sim. Dependendo das circunstâncias, pode ser possível discutir o reembolso dos valores pagos. Guarde notas fiscais, recibos e a comunicação da negativa — esses documentos são importantes para a análise.
Não necessariamente. Algumas negativas têm fundamento legal ou contratual, e em outros casos há caminhos administrativos antes da via judicial. A análise individualizada é o que permite identificar se existe fundamento para uma medida e qual seria a mais adequada.