Rede pública de saúde
Negativa do SUS
- Medicamento não fornecido
- Pedido administrativo negado
- Demora excessiva na resposta ou na entrega
- Medicamento de alto custo
- Tratamento indicado pelo médico que não está sendo disponibilizado
A negativa do SUS ou do plano de saúde não significa, necessariamente, que você precise ficar sem o tratamento indicado pelo seu médico.
Nossa equipe analisa a documentação do caso e verifica a possibilidade de buscar judicialmente o fornecimento do medicamento.
Prezado(a) beneficiário(a),
Informamos que a solicitação do medicamento prescrito foi analisada e não foi autorizada, por não constar na cobertura aplicável.
Permanecemos à disposição para esclarecimentos.
Dependendo das circunstâncias, esta negativa pode ser questionada.
Quando um medicamento essencial é negado, é comum surgir a dúvida sobre quais medidas podem ser tomadas. Estes são os sinais de que vale buscar uma análise.
Seu pedido foi recusado pelo SUS ou pelo plano de saúde.
O valor do medicamento torna inviável o pagamento particular.
Há indicação do seu médico para esse tratamento específico.
A demora pode comprometer a continuidade do tratamento, dependendo do caso.
Se você marcou alguma dessas situações, o seu caso merece ser analisado.
Verificar minha situaçãoA análise jurídica muda conforme a origem da recusa. Escolha a sua situação e comece por ela.
Rede pública de saúde
Saúde suplementar
Nem toda negativa é ilegal. Dependendo das circunstâncias do caso, ela pode ser questionada — e é a análise da documentação que mostra se existe esse caminho.
Muitas pessoas desistem na primeira recusa sem saber que a situação pode ser avaliada juridicamente.
Um caminho claro, em quatro etapas. Você acompanha cada uma delas.
Começar agoraPreenche seus dados e explica brevemente a situação, em poucos minutos.
A equipe verifica a negativa, a prescrição e os demais documentos relevantes.
Após a análise, orientamos sobre as medidas jurídicas cabíveis para o seu caso.
Se houver contratação, o escritório conduz as medidas jurídicas necessárias.
Você não precisa ter tudo em mãos para começar. Envie o que já possui — orientamos sobre o restante.
A documentação necessária pode variar conforme o caso. Enviar meu casoAtuamos na análise e condução de demandas jurídicas relacionadas ao acesso a tratamentos e medicamentos, sempre considerando as particularidades de cada caso. O atendimento é feito de forma online, para pessoas de todo o Brasil.
Por trás de cada negativa existe uma pessoa que precisa continuar o tratamento. É assim que olhamos para cada caso.
Responda algumas perguntas rápidas para que possamos compreender melhor a sua situação. Quanto antes a documentação for analisada, antes você saberá quais caminhos existem.
Obrigado. Seus dados foram enviados. Nossa equipe entrará em contato para compreender melhor a situação.
Continuar pelo WhatsAppAntes de desistir do tratamento, entenda quais possibilidades existem para o seu caso.
A análise jurídica depende das circunstâncias e dos documentos apresentados.Se a sua dúvida não estiver aqui, fale diretamente com a equipe.
Enviar minha dúvidaO SUS pode deixar de fornecer determinado medicamento, especialmente quando ele não está incorporado às listas oficiais. A Constituição reconhece a saúde como direito de todos e dever do Estado, e os tribunais superiores fixaram requisitos para que o fornecimento seja buscado judicialmente — como a comprovação da necessidade por laudo médico fundamentado e a ausência de alternativa terapêutica disponível no SUS. Cada caso é avaliado à luz desses critérios.
A operadora pode recusar a cobertura em algumas situações, mas nem toda recusa é válida. A legislação prevê hipóteses em que tratamentos fora do rol da ANS podem ser cobertos, desde que atendidos determinados requisitos técnicos. A análise considera o contrato, a indicação médica, a doença tratada e o motivo informado pela operadora.
A negativa por escrito facilita a análise. No caso dos planos de saúde, as regras da ANS permitem ao beneficiário solicitar a justificativa por escrito. Se você não tem esse documento, é possível avaliar outras formas de comprovar a recusa, como protocolos, e-mails ou mensagens.
Sim. A prescrição e, de preferência, um relatório médico detalhado — com diagnóstico, necessidade do medicamento e tratamentos já tentados — costumam ser documentos centrais em qualquer medida relacionada a medicamentos.
Não há prazo fixo. O tempo depende da comarca, do tipo de demanda, de quem está no polo contrário e da complexidade do caso. Não é possível prometer prazos, mas é possível avaliar se o caso comporta um pedido urgente.
Em determinadas situações, a lei permite pedir uma decisão liminar (tutela de urgência) antes do fim do processo, quando há elementos que indiquem a probabilidade do direito e risco de dano com a demora. A concessão depende da análise do juiz e dos documentos apresentados.
Em geral: prescrição e relatório médico, a negativa ou o comprovante do pedido, exames relacionados, documentos pessoais e, se for o caso, carteirinha e contrato do plano ou protocolo do SUS. A lista pode variar, e a equipe orienta sobre o que for necessário.
Não necessariamente. Algumas negativas têm fundamento legal ou contratual, e em outros casos há caminhos administrativos antes da via judicial. A análise individualizada é o que permite identificar se existe fundamento para uma medida e qual seria a mais adequada.